Há um ano nascia Tayler, meu filho. De chofre! Minha esposa estava no oitavo mês e fomos fazer uma das últimas ultrassonografias. Lá chegando, descobrimos que as coisas não estavam tão bem e naquele instante Josi deveria ir para mesa de parto. Uma correria daquelas! Duas horas depois, Tayler veio ao mundo, com algum sofrimento - e bastante risco. Sua mãe encontrava-se num estado chamado de pré-eclampsia, problema advindo da elevada pressão arterial e que compromete o transporte de sangue e oxigênio ao feto, bem como todo o corpo da mulher.
Nasceu com quase 2,5 kg e foi direto para a UTI infantil. Por lá ficou apenas 11 dias, respondendo bem ao tratamento. Chegou em casa no dia 08/11/2009, sendo saudado pelo seu time de nascimento - 28/10 é dia do flamenguista - com uma vitória sobre o Atlético MG. Melhor recepção não poderia haver.
De lá para cá muita coisa aconteceu. Tayler se desenvolveu, cresceu e vive querendo aparecer. Alguns trabalhos no decorrer do caminho - há um mês, sofreu uma febre convulsiva muito por conta de nossa experiência -, mas no geral, alegria, alegria. É apenas um primeiro passo na longa caminhada a ser trilhada. Mas quero que saiba, mesmo ainda não compreendendo racionalmente, que terá sempre nosso apoio. Amor não faltará - nunca.
Parabéns, filho.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Gerra Santa em plena eleição!
Nunca testemunhei uma eleição presidencial tão escrota como a que estamos vivenciando. De um lado a títere de Lula, Dilma Rousseff, que não mostrou real cacoete para a política até o momento - daqui duas semanas votamos no segundo turno - e corre "risco" concreto de ganhar a disputa . De outro, José Serra, o político dos meios mandatos - acho que se ele fosse Lula, ganhando a presidência, largaria ao meio para disputar o cargo de rei do mundo (sic) -, que parece ter vergonha do legado do próprio governo - e por isso mantém distância de FHC, "preferindo" Lula em sua propaganda! - e, sem um rumo certo desde o início da campanha, agora crê ter se achado: é um neoconvertido!
Graças a inabilidade de Dilma Roussef, que quando confrontada com o próprio passado defendendo a não criminalização do aborto, não soube dizer se o que defende hoje é diferente de ontem e vice-versa, caimos numa guerra santa: a religião acabou por ditar o tom da eleição. Contra aborto, a favor do aborto, capeta em forma de mulher, um careca com cara de Nosferatu assumindo ares de santo e nossas vidas tranformadas em um inferno - mais um... - ao ter que suportar a hipocrisia reinante nos noticiários.
Infelizmente a política que interessa, que já vinha sendo posta de lado graças às acusações mútuas dos candidatos, foi abortada de vez na disputa deste ano. Não vejo a hora de chutar a perna da mesa da urna no próximo dia 31 para se encerrar esse estorvo. Claro, apenas para começar outro. Seja qualquer um dos dois eleitos, será necessário muito estômago para acompanhar o universo político nos próximos quatro anos.
Graças a inabilidade de Dilma Roussef, que quando confrontada com o próprio passado defendendo a não criminalização do aborto, não soube dizer se o que defende hoje é diferente de ontem e vice-versa, caimos numa guerra santa: a religião acabou por ditar o tom da eleição. Contra aborto, a favor do aborto, capeta em forma de mulher, um careca com cara de Nosferatu assumindo ares de santo e nossas vidas tranformadas em um inferno - mais um... - ao ter que suportar a hipocrisia reinante nos noticiários.
Infelizmente a política que interessa, que já vinha sendo posta de lado graças às acusações mútuas dos candidatos, foi abortada de vez na disputa deste ano. Não vejo a hora de chutar a perna da mesa da urna no próximo dia 31 para se encerrar esse estorvo. Claro, apenas para começar outro. Seja qualquer um dos dois eleitos, será necessário muito estômago para acompanhar o universo político nos próximos quatro anos.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Pit stop para política
Quase parada para uma observação pós (ou quase) eleição. Ainda quero colocar no papel minhas impressões sobre a última disputa pela presidência – que ainda está em curso, haja vista o segundo turno a se realizar. Mas quero comentar num instante sobre um escrito no Terra Magazine, que trata sobre a palhaçada nas eleições.
Como não é novidade nem para as pedras, o palhaço Tiririca foi eleito deputado mais votado do país com quase milhão e meio de votos. Se não tiver enganado a Justiça Eleitoral ao comprovar que era alfabetizado, vai integrar a Câmara Federal. Não vou entrar no debate do que significa a eleição do humorista – sei, significa muitas coisas.
O que me chamou mais a atenção foi o jornalista Eduardo Tessler ter atinado para um fato talvez mais significativo do que o caso Tiririca: a qualificação da esposa do ficha-suja Joaquim Roriz. Como não tem certeza de que conseguirá livrar-se das acusações de falcatruas diversas, o velhaco político achou por bem mandar a esposa para disputar a eleição para o governo do DF.
O jornalista lembra que palhaçada, mesmo, foi terem mandado a esposa de um político com problemas na justiça disputar o segundo turno de uma eleição – na verdade, ela não deveria estar nem no primeiro. A senhora títere do marido espertalhão, se mostrou um desastre e virou sensação na rede – só não pode se consolidar como sensação no DF, sendo eleita “governadora”.
A eleição de Tiririca, talvez seja uma piada. A da srª Roriz seria uma tragicomédia.
Como não é novidade nem para as pedras, o palhaço Tiririca foi eleito deputado mais votado do país com quase milhão e meio de votos. Se não tiver enganado a Justiça Eleitoral ao comprovar que era alfabetizado, vai integrar a Câmara Federal. Não vou entrar no debate do que significa a eleição do humorista – sei, significa muitas coisas.
O que me chamou mais a atenção foi o jornalista Eduardo Tessler ter atinado para um fato talvez mais significativo do que o caso Tiririca: a qualificação da esposa do ficha-suja Joaquim Roriz. Como não tem certeza de que conseguirá livrar-se das acusações de falcatruas diversas, o velhaco político achou por bem mandar a esposa para disputar a eleição para o governo do DF.
O jornalista lembra que palhaçada, mesmo, foi terem mandado a esposa de um político com problemas na justiça disputar o segundo turno de uma eleição – na verdade, ela não deveria estar nem no primeiro. A senhora títere do marido espertalhão, se mostrou um desastre e virou sensação na rede – só não pode se consolidar como sensação no DF, sendo eleita “governadora”.
A eleição de Tiririca, talvez seja uma piada. A da srª Roriz seria uma tragicomédia.
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