Quase parada para uma observação pós (ou quase) eleição. Ainda quero colocar no papel minhas impressões sobre a última disputa pela presidência – que ainda está em curso, haja vista o segundo turno a se realizar. Mas quero comentar num instante sobre um escrito no Terra Magazine, que trata sobre a palhaçada nas eleições.
Como não é novidade nem para as pedras, o palhaço Tiririca foi eleito deputado mais votado do país com quase milhão e meio de votos. Se não tiver enganado a Justiça Eleitoral ao comprovar que era alfabetizado, vai integrar a Câmara Federal. Não vou entrar no debate do que significa a eleição do humorista – sei, significa muitas coisas.
O que me chamou mais a atenção foi o jornalista Eduardo Tessler ter atinado para um fato talvez mais significativo do que o caso Tiririca: a qualificação da esposa do ficha-suja Joaquim Roriz. Como não tem certeza de que conseguirá livrar-se das acusações de falcatruas diversas, o velhaco político achou por bem mandar a esposa para disputar a eleição para o governo do DF.
O jornalista lembra que palhaçada, mesmo, foi terem mandado a esposa de um político com problemas na justiça disputar o segundo turno de uma eleição – na verdade, ela não deveria estar nem no primeiro. A senhora títere do marido espertalhão, se mostrou um desastre e virou sensação na rede – só não pode se consolidar como sensação no DF, sendo eleita “governadora”.
A eleição de Tiririca, talvez seja uma piada. A da srª Roriz seria uma tragicomédia.
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