Terminadas as oitavas de final, um inédito quadro se forma na Copa do Mundo da África do Sul: dois oito finalistas, quatro são sulamericanos. O restante é formado por um africano e três europeus.
Não gosto de dar palpites. Sou péssimo neles. Contudo, não resisto: aposto num campeão aqui da área. A tarefa é hercúlea. Tem uma Alemanha com um futebol vistoso – algo, para mim que acompanho copas desde 1982, aos 07 anos, inédito; uma Holanda organizada e eficiente; e uma Espanha, que se não corresponde exatamente às expectativas formadas em torno dela, mostra um futebol com força para chegar à final.
Contudo, entre os sulamericanos está o Paraguai e um futebol que consegue ser tão retrancado e feio quando deseja, que é capaz de arrancar uma decisão por pênaltis até mesmo da Espanha, sua adversária. O Uruguai mostrou um bom futebol e, ainda que não consiga chegar à final, pode passar por Gana e avançar às semifinais. O Brasil – que conseguiu mostrar um futebol até empolgante contra o Chile nas oitavas – mesmo não enchendo os olhos, tem força para ser campeão. Simples assim. Por fim, a Argentina, que apresentou um futebol para frente como o da Alemanha, sua próxima adversária.
Os desafios são enormes. Mas as possibilidades idem. Essa Copa vai ser nossa – nem que seja da América do Sul...

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